Arquivo | setembro, 2010

CMD – AI DE NÓS SE NÃO NÓS!

18 set

Conceição do Mato Dentro Conceição do Mato Dentro, a capital mineira do ecoturismo, instalada em meio aos biomas da mata atlântica e do cerrado, pode ser considerada, hoje, uma terra sem lei. Localizada na Região Central de Minas, no caminho da Estrada Real, famosa por festas típicas centenárias e por suas belíssimas cachoeiras, integrante do circuito de produção do queijo Serro – tombado como primeiro Patrimônio Imaterial de Minas Gerais pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) –, a cidade vive o dilema entre a preservação de sua vocação cultural e turística e a atividade mineradora, trazida primeiro pela MMX, do bilionário Eike Batista, e agora pelo grupo inglês Anglo Ferrous, que comprou o negócio.

De um lado, a mineração promete engordar o caixa do município por meio do aumento da arrecadação de impostos e do pagamento de royalties em mais de R$ 30 milhões ao ano. De outro, a preocupação com o meio ambiente e com o crescimento sustentado é crescente, já que a cidade está na Serra do Espinhaço. Os pequenos proprietários de terra reclamam que estão sendo pressionados e acuados para vendê-las. A especulação imobiliária rural no município ganhou contornos irracionais, chegando ao conflito armado.”

Zulmira Furbino – Estado de Minas

Publicação: 28/03/2010 08:20 Atualização: 28/03/2010 10:36

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Essa publicação no E.M conforme se vê no link, não trata a matéria da forma como deveria ser tratada.

O assunto é um paradigma  responsável, que deve ser cuidado com mais afinco pelas autoridades  Conceicionenses. O avanço acontece em todo país e simplesmente devemos nos preparar para ele.

AVANÇAR – é uma palavra certa. Em todos sentidos.

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Ai de nós, se não, nós.

Hora de acordar e lutar contra nosso próprio eu. É hora de mostrar nossos valores, princípios e luta.  deslaçar esses nós, nós mesmos e, juntos construir uma Conceição do Mato Dentro melhor.

” Sempre em frente, não temos tempo a perder”

( Renato Russo )

Isaac do Ziriguidum

PESQUISA DIVULGA EMPATE TÉCNICO ENTRE ANASTASIA E HÉLIO COSTA!

11 set
 

 

  

  

 

 

 

A corrida pelo governo de Minas Gerais tem empate técnico entre os candidatos Hélio Costa (PMDB), com 39% da intenções de voto, e Antonio Anastasia (PSDB), com 36%, de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11) pela Rede Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Edilson Nascimento (PTdoB), Zé Fernando Aparecido (PV), Professor Luiz Carlos (Psol), Vanessa Portugal (PSTU) e Fabinho (PCB), tiveram apenas 1% das intenções de voto.

Em um possível segundo turno entre Costa e Anastasia, o peemedebista também sai na frente com 47%, contra 39% do tucano.

A pesquisa, encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, foi realizada entre os dias 8 e 9 de setembro com 1.685 entrevistados. Ela foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 69732/2010.

Senado
Os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Itamar Franco (PSB) lideram a disputa ao Senado por Minas Gerais, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11). O ex-governador do Estado tem 67% das intenções de votos, seguido por Itamar, com 42%. Fernando Pimentel (PT) aparece em terceiro lugar, com 29%. Marilda Ribeiro (Psol), Zito Vieira (PCdoB) e Rafael Pimenta (PCB) têm 3% cada.

José João da SIlva (PSTU), Betão (PCO), Efraim Moura (PSTU), Mineirinho (PSOL) e Miguel Martini (PHS) têm 1% cada. Apesar de ter tido a candidatura indeferida pelo TRE, Alfredo (PRB) aparece na pesquisa com 1% das intenções de voto.

Responderam que votariam em branco ou anulariam 13% dos eleitores, e 35% não sabem em quem votar. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

 Pesquisa divulgada pelo Data Folha em 10/09/2010

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VERGONHA POLÍTICA – COLIGAÇÕES MINEIRAS TRAVAM GUERRA NA JUSTIÇA

11 set

¨¨E apesar disso tudo, os números ainda mostram que, o valor que o eleitor paga através do governo pelo seu voto, é muito caro!”  ( reflitam antes de escolherem seus candidatos …. )

( Isaac do Ziriguidum )

Teve início uma nova guerra judicial travada entre as campanhas de Hélio Costa (PMDB) e Antonio Anastasia (PSDB), ambos candidatos ao Governo de Minas. Desta vez o foco são os convênios firmados entre o Estado e os municípios. E até dados do Governo federal foram incluídos na troca de farpas.

A coligação “Todos Juntos por Minas”, que representa a candidatura de Costa, entrou com ação junto ao Tribunal Regional Eleitoral contra a coligação adversária, a “Somos Minas Gerais”, de Anastasia. A alegação é a de que o candidato à reeleição incorreu em crime de abuso de poder político e econômico por ter firmado convênios com prefeituras, segundo a campanha peemedebista, depois do período permitido por lei. Os advogados de Costa classificam a medida como “abusiva” e pedem a cassação do registro do rival. O foco da disputa foram reuniões de Anastasia com a prefeitada no Palácio Tiradentes.

A resposta veio rápido. A coligação tucana se prontificou em atacar a medida. Por meio de nota, informou que a assessoria jurídica vai apresentar a defesa “atestando a plena regularidade dos convênios firmados entre o Governo de Minas e as prefeituras mineiras este ano”. A justificativa é a de que não foram repassados recursos aos municípios no período que antecede ao eleições, sendo que as transferências foram encerradas no dia 3 de julho, como prevê a legislação.

Além de se defender, a campanha centra fogo no Governo federal, administrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), rival do tucanato e aliado de Costa. “Por determinação do governador Antonio Anastasia, o Governo de Minas interrompeu também, na mesma data (3 de julho), a assinatura de novos convênios, ao contrário da decisão do governo federal que mantém inalterada essa rotina junto às prefeituras e entidades sociais, conforme atestam as publicações do Diário da União e registros do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) federal”, diz a nota.

A coligação “Somos Minas Gerais” apresenta números para contestar a campanha adversária. Segundo os tucanos, de janeiro ao dia 31 de agosto deste ano, a União empenhou recursos do orçamento para 16.436 convênios municipais. No mesmo período de 2009, o número teria sido de 1.905. O aumento, de acordo com as informações do PSDB, foi de 762%. O total de recursos repassados para os prefeitos somou R$ 4,9 bilhões em 2010 frente a R$ 1,1 bilhão em 2009.

A disputa judicial tem uma razão. São os prefeitos os maiores cabos eleitorais dos candidatos no interior. Por isso, volta e meia a prefeitada está no foco das campanhas. Eles são procurados pelos coordenadores e deputados para alavancar a disputa em suas regiões.

por: Amália Goulart – 10/09/2010 – Hoje em dia

Coligação de Dilma avalia que eleição ‘já acabou’

1 set

Os partidos da coligação que sustenta a candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República avaliam que a eleição “já acabou” e estão empenhados, agora, em contornar problemas regionais.

Em reunião do Conselho Político da campanha hoje ontem à tarde, dirigentes do PMDB e do PSB pediram “tratamento igualitário” por parte de Dilma e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos concorrentes de todas as siglas que compõem a aliança nos Estados. “A eleição já está ganha, não tem mais eleição”, afirmou o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). “Agora é hora de nos unir nos Estados e nos vacinar contra intrigas”, acrescentou.

 “A não ser que haja um terremoto no céu, um tsunami no Paranoá ou um maremoto em Mato Grosso, a campanha já acabou”, completou o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral. Para evitar polêmica, a cúpula do PMDB tenta agora negar que esteja de olho nos cargos de eventual governo Dilma.

Não estamos discutindo o pós-eleição”, insistiu Alves. Embora o presidente do PT, José Eduardo Dutra, tenha saído do encontro com discurso mais cauteloso, sob o argumento de que “não se pode subir no salto alto”, todos os aliados deram a disputa como favas contadas no primeiro turno. “A oposição, capitaneada por José Serra (candidato do PSDB), renunciou, não apresentou qualquer modelo alternativo”, comentou Amaral.

A ordem, agora, é evitar marolas e fazer de tudo para que nada desande na campanha. Até mesmo o lançamento do programa de governo de Dilma foi suspenso. Em conversas reservadas, dirigentes do PT alegam que o importante é apresentar os principais eixos do programa na propaganda de televisão e não dar margem para que a imprensa “procure polêmicas com lupa”.

 Blindagem

Mesmo com toda essa blindagem, os atritos entre partidos que integram a aliança de Dilma ganharam força nos últimos dias porque todos querem que ela e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareçam no horário eleitoral de seus concorrentes nos Estados. Cobram, ainda, que a candidata do PT e o presidente subam nos palanques de todos os aliados.

Na última sexta-feira, Dilma e Lula fizeram comício em Salvador com o governador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição. Agora, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), que também disputa o governo baiano, pede que a dupla retorne à capital da Bahia para outro comício, desta vez com ele.

 No Ceará, o governador Cid Gomes (PSB), candidato a um segundo mandato, não quer que Dilma suba no palanque de Lúcio Alcântara (PR). Diante do impasse, a ex-ministra da Casa Civil já marcou e desmarcou várias vezes o retorno a Fortaleza, agora previsto para meados deste mês.

 Dilma esteve na capital do Ceará há quatro meses, quando o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ainda não havia retirado oficialmente sua candidatura ao Palácio do Planalto. Na ocasião, a visita provocou protestos e ciumeira. Agora, ela espera que os aliados se entendam. O encerramento da campanha de Dilma será em São Paulo, em comício com Lula, na Praça da Sé, provavelmente no dia 28.

Fonte: www.estadao.com.br

postado por: “Vera Rosa” – Agência Estado